Clinivet - Hospital Veterinário

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Cirurgia

Cirurgia

Cirurgia Geral Veterinária

Muitas doenças em cães e gatos dependem de cirurgias para seu tratamento. Algumas são cirurgias eletivas, que são agendadas com antecedência, outras com caráter de urgência, para o tratamento de doenças com evolução rápida e implacável. As castrações são exemplos clássicos de cirurgias eletivas e são muito praticadas para evitar os transtornos relacionados ao cio das fêmeas, como método contraceptivo definitivo e para prevenção de doenças.

As cirurgias emergenciais são aquelas onde a doença causa risco para a vida do animal. O maior exemplo de cirurgia emergencial na veterinária é a dilatação/torção gástrica, que ocorre em cães grandes e pode levar a morte se não houver rápido tratamento clínico e cirúrgico.

Outro grupo são as cirurgias indicadas para o diagnóstico de doenças (cirurgias exploratórias e biopsias), que são realizadas quando o diagnóstico da doença depende da direta visualização dos órgãos e colheita de fragmentos para análise (biopsia cirúrgicas). O principal exemplo deste tipo de cirurgia é a laparotomia exploratória para diagnóstico e tratamento das crises de dor abdominal súbita (abdômen agudo), que normalmente são causadas por perfurações de vísceras, torções intestinais e corpos estranhos.

Recursos Humanos

A Clinivet conta com uma equipe sempre pronta para atendimentos e cirurgias de urgência e emergência. Uma equipe multidisciplinar, incluindo cirurgiões, anestesistas e clínicos especialistas, além de intensivistas responsáveis pela unidade semi e intensiva.

Para a nutrição clínica, existem profissionais responsáveis pelo internamento, incluindo médicos veterinários, técnicos em enfermagem veterinária, auxiliares e quatro turnos de colaboradores dedicados a limpeza e esterilização de todo o hospital.

Desta maneira, o resultado das cirurgias e a recuperação dos pacientes são melhores e em menor tempo de hospitalização.

Especialidades

Muitos órgãos podem ser acometidos por doenças, cada um com suas características e particularidades. Por isso, a cirurgia veterinária é uma área com múltiplas especialidades, dentro da qual o cirurgião veterinário se dedica especificamente para atingir melhores resultados. As especialidades cirúrgicas no Hospital Veterinário Clinivet incluem cirurgias de tecidos moles, ortopédicas, oncológicas, oftálmicas, dento-buco-maxilares, torácicas, neurocirurgias, criocirurgias e endoscopias.

Estrutura física, equipamentos e materiais

Contamos com três salas equipadas para cirurgias gerais e especiais, projetadas de acordo com as normas de segurança. O centro cirúrgico conta com duas salas para procedimentos cirúrgicos não contaminados, sala para procedimentos contaminados, central de limpeza e esterilização de materiais, vestiário, antessala de preparação pré e pós-operatória e recuperação anestésica.

A esterilidade é um dos principais quesitos no sucesso cirúrgico, uma vez que os tecidos fragilizados pela cirurgia se tornam suscetíveis a infecções oportunistas. Todos os materiais utilizados em cirurgias são criteriosamente higienizados e esterilizados por pressão úmida (autoclave 180 litros na própria central de esterilização do hospital) ou esterilização por gás de óxido de etileno.

Os materiais utilizados nas cirurgias são criteriosamente escolhidos para garantir segurança e melhores resultados e incluem instrumentais cirúrgicos delicados, fios cirúrgicos de alta tecnologia, implantes ortopédicos certificados e com rastreabilidade, anestésicos de última geração e materiais específicos para cirurgia de cães e gatos.

Técnica Cirúrgica

As mais avançadas técnicas cirúrgicas são constantemente atualizadas e empregadas nos animais operados na Clinivet. A atualização dos cirurgiões veterinários e anestesiologistas, através de congressos e especializações nacionais e internacionais, possibilitam a aplicação de técnicas recentes e aplicadas a cada especialidade da cirurgia veterinária.

Suporte Diagnóstico

Uma equipe clínica, incluindo nefrologistas, cardiologistas, gastrenterologistas, endocrinologistas, nutrólogos, oncologistas, oftalmologistas, ortopedista, neonatologistas, e especialistas em felinos conduzem um diagnóstico clínico ou uma avaliação pré-operatória completa, conforme a necessidade de cada caso. Além disso, uma equipe de imaginologistas (radiologistas, ultrassonografistas, ecocardiografistase e eletrocardiografistas) e um laboratório clínico completo, possibilitam o diagnóstico pré-operatório e o acompanhamento laboratorial dos animais após as cirurgias.

Confiança e Transparência

A vida de seu animal de estimação é muito importante para nós, por isso tratamos nossos pacientes com muito respeito e competência e entendemos a responsabilidade do vínculo com a sua família.

Sala de Esterilização Sala de Esterilização Sala Semi-Intensiva Sala Semi-Intensiva

Crioterapia

A crioterapia provoca a morte celular de áreas doentes com aplicação de nitrogênio líquido, gerando o congelamento rápido da lesão e aguardando o descongelamento natural, o que chamamos de ciclo (congelamento e descongelamento). Para garantir maior efetividade do tratamento são realizados 3 ciclos, porém com a mesma anestesia e no mesmo ato cirúrgico.

Primeira fase: Nas primeiras horas após o procedimento podemos ter edema e sangramento da lesão, que normalmente sede sem necessidade de qualquer terapia.

Segunda fase: Após a fase de sangramento, o tecido tratado começa a sofrer cianose (fica azulado), esta fase pode durar até 48 horas após o procedimento.

Terceira fase: É de necrose tecidual, ou seja, o tecido tratado morre, formando uma crosta, que serve de proteção para o tecido saudável que está se formando, por isso esta crosta não deve ser removida e neste caso também devemos coibir o acesso do animal à lesão, em caso de perda precoce da crosta poderemos ter retardo na cicatrização. Nesta fase existe a possibilidade de contaminação com produção de secreção purulenta e também mau cheiro causado pela necrose da lesão. A terceira fase é a mais longa e pode durar de 15 a 30 dias. Ela acaba com a queda da crosta.

Quarta fase: Após a queda da crosta existe a possibilidade de úlcera local, que então deve ser tratada apenas com antimicrobianos tópicos, até sua completa cicatrização.

Vantagens da Crioterapia:

  • 1. Ideal para tumores pequenos;
  • 2. Menos invasiva que a cirurgia convencional;
  • 3. Maior conforto ao paciente no pós-operatório;
  • 4. Menor tempo de recuperação;
  • 5. Ideal em locais onde a cirurgia convencional tem difícil acesso;
  • 6. Maior facilidade de realizar o procedimento apenas com anestesia local.

 

Pequenos riscos:

  • 1. Retardo na cicatrização;
  • 2. Contaminação local;
  • 3. Necessidade de retoques;
  • 4. Despigmentação da pele (leucodermia) e dos pelos (leucotriquia);
  • 5. Perda de pelos (alopecia) no local.

 

Principais indicações em dermopatias são:

  • 1. Granulomas;
  • 2. Hiperplasias e cistos;
  • 3. Fístulas;
  • 4. Neoplasias;
  • 5. Micoses profundas e subcutâneas;
  • 6. Dermatoviroses;
  • 7. Piodermites.

Cirurgia torácica

A cirurgia torácica é hoje prática comum nos hospitais veterinários que dispõem de equipamentos para ventilação mecânica, que permitem a manutenção do paciente durante a realização do procedimento. Ela possibilita:

  • Lobectomia pulmonar;
  • Retirada de massas em pulmão, pericárdio e cavidade torácica;
  • Acesso a esôfago torácico para a retirada de corpos estranhos;
  • Ressecção parcial de pericárdio;
  • Cirurgias para correção de doenças vasculares congênitas como a persistência de ducto arterioso;
  • Drenagens cirúrgicas de tórax;
  • Cirurgias de traqueia
Cirurgia toráxica

Cirurgia ortopédica

As cirurgias ortopédicas apresentaram grande evolução em sua técnica e controle da infecção trans-operatória. A utilização de novos materiais e de técnicas avançadas permitiram que os animais vítimas de fraturas retornassem às suas atividades mais rapidamente.

Fraturas, cirurgias articulares ou reparadoras.

Cirurgias articulares, como ruptura de ligamento cruzado, luxações de patela, menisco, displasia coxofemoral e necrose asséptica da cabeça do fêmur.

Redução de fraturas com:

  • Pino intramedular;
  • Placa óssea;
  • Interlocking nail;
  • Aparelho externo (trans-fix).

Cirurgias articulares:

  • Luxação de patela;
  • Cirurgia para displasia coxofemoral;
  • Ruptura de ligamento cruzado;
  • Osteocondrite dissecante;
  • Cirurgias reparadoras;
  • Entre outras.

Placa Óssea

Fratura de rádio e ulna em cão de pequeno porte. Colocação de placa óssea.
Fratura de rádio e ulna em cão
de pequeno porte. Colocação de
placa óssea.
Raio X pós operatório
Raio X pós-operatório

Pino Intramedular

Fratura de rádio e ulna completa.
Fratura de rádio e ulna completa.
Colocação de pino intramedular.
Colocação de pino intramedular.

Aparelho Externo e Interlocking nail

Fratura de tíbia e fíbula em um dobermann de 9 anos
Fratura de tíbia e fíbula em um doberman de nove anos
Fratura de tíbia e fíbula em um dobermann de 9 anos
 
Fratura de rádio labrador
Fratura de rádio em um labrador
24hs após cirurgia
24h após cirurgia
Material ortopédico
Material ortopédico
Material ortopédico
 

Neurocirurgia

Os animais de companhia são portadores de doenças congênitas ou adquiridas que, muitas vezes, provocam dor em nível muito elevado e limitação física com paralisia total ou parcial dos membros.

Estas doenças provocam um desconforto muito grande para o paciente pois, além da dor, os cães ou gatos não compreendem sua limitação e tentam caminhar, agravando ainda mais o quadro clínico e até mesmo provocando outros tipos de traumatismos.

  • Coluna vertebral;
  • Hérnia de disco;
  • Estabilização de vértebras;
  • Craniotomia.
Craniotomia
Craniotomia - extirpação de um
tumor cerebral em um gato.
Slot ventral
Cirurgia de coluna
cervical "Slot ventral"

Criocirurgia

A criocirurgia ou crioterapia é a técnica de destruição de tumores, nódulos ou úlceras através do congelamento destes tecidos, obtido através da aplicação de nitrogênio líquido com auxílio de equipamentos apropriados.

Criocirurgia

Esta técnica é utilizada na dermatologia, por ser segura e com poucos efeitos colaterais. Dependendo do número e local das lesões é possível usar apenas anestesia local.

Por sua destruição seletiva, preservando os tecidos saudáveis, permite sua aplicação em regiões onde técnicas de cirurgia convencional seriam de difícil utilização como, por exemplo, carcinomas nasais e palpebrais.

Suas principais indicações em dermatopatias são:

  • Granulomas;
  • Hiperplasias e cistos;
  • Fístulas;
  • Neoplasias;
  • Micoses profundas e subcutâneas;
  • Dermatoviroses;
  • Piodermites.
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